Internacional
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Yoon afirmou que agiu dentro de suas atribuições constitucionais para proteger a nação

Foto: KANG MIN SEOK/Republic of Korea
O ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, pediu desculpas nesta sexta-feira (19), um dia após ser condenado à prisão perpétua por golpe de Estado. Em comunicado divulgado por seu advogado, ele afirmou que lamenta as dificuldades causadas pelo decreto de lei marcial editado em 2024 e reconheceu falhas pessoais.
A sentença foi anunciada na quinta-feira (19). A Justiça considerou que Yoon liderou uma insurreição ao decretar a lei marcial, decisão que levou o país a uma crise política. A promotoria havia solicitado pena de morte, alegando que ele não demonstrou arrependimento por atos que teriam ameaçado a ordem constitucional e a democracia.
Mesmo que a pena capital fosse aplicada, a execução seria improvável, já que o país mantém uma moratória informal sobre execuções desde 1997. Durante o processo, Yoon sustentou que agiu dentro de suas atribuições constitucionais para proteger a nação e preservar a ordem institucional.
Ele também acusou o então partido de oposição de impor uma “ditadura inconstitucional” ao controlar o Legislativo e afirmou que precisava alertar a população. A defesa declarou que a condenação seguiu um “roteiro pré-definido” e não se baseou nas provas do caso, além de informar que vai avaliar a possibilidade de recurso.
Em janeiro, Yoon já havia sido condenado a cinco anos de prisão por obstrução da Justiça.
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