Internacional
Trump admite déficit em armamento de ponta, mas diz que país tem suprimentos para guerra “para sempre”

Um dos episódios mais letais teria sido um bombardeio em uma escola feminina em Minab

Foto: Reprodução/IDF
Subiu para 787 o número de mortos no Irã, nesta terça-feira (3), de acordo com a organização humanitária internacional Crescente Vermelho, equivalente à Cruz Vermelha em países muçulmanos.
Até o momento, um dos episódios mais letais teria sido um bombardeio em uma escola feminina em Minab, no sul do país, ainda no sábado, primeiro dia do conflito. Segundo o regime, 153 pessoas morreram no episódio.
A ofensiva militar contra o Irã foi iniciada por Estados Unidos e Israel após semanas de tensão diplomática e declarações públicas de ameaça, com a justificativa de neutralizar riscos ligados ao programa nuclear iraniano.
Últimas informações
O Exército israelense afirmou nesta terça-feira (3) que bombardeou o complexo presidencial e a sede do Conselho Supremo de Segurança Nacional no Irã, ambos na capital Teerã. Israel chamou os locais de "complexo de liderança do regime terrorista iraniano".
Irã respondeu com mísseis contra Jerusalém e Tel Aviv também soou alarme de bombardeio; As explosões foram ouvidas em outros países do Oriente Médio: Catar, Omã, Emirados Árabes Unidos. Eles têm sido atacados pelo Irã nos últimos dias
Israel disse ter autorizado avanço de tropas na fronteira com o Líbano, que denunciou operações terrestres israelenses e a Embaixada dos EUA no Omã alertou para funcionários buscarem abrigo. O alerta ocorreu horas após a embaixada na Arábia Saudita ter sido atacada pelo Irã.
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