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Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz a indenização por prejuízos da guerra
Internacional
Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz a indenização por prejuízos da guerra
Teerã afirma que liberação da rota estratégica depende de compensação financeira pelos danos do conflito

Foto: André Motta/Petrobras
O Irã declarou que o Estreito de Ormuz só será reaberto após o pagamento integral de indenizações pelos prejuízos causados pela guerra. A exigência foi apresentada por um representante do governo iraniano como condição para a retomada do tráfego de navios na região.
A resposta ocorre após ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que cobrou a liberação da via e indicou possíveis ações militares caso não haja acordo. O governo iraniano criticou o tom das declarações e acusou Washington de intensificar o conflito.
Segundo autoridades iranianas, a proposta prevê a criação de um novo regime legal que permita a compensação financeira por meio da cobrança de taxas de passagem no estreito. O país já havia sinalizado a intenção de taxar petroleiros, medida que enfrenta críticas de governos e especialistas.
Em nota, a missão do Irã na ONU classificou as ameaças americanas como risco a infraestruturas civis e cobrou reação da comunidade internacional. A Organização das Nações Unidas citado como instância central para mediar a crise e evitar o agravamento do conflito na região.
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