
Internacional
Fifa nega busca de Infantino por apoio de Trump para se manter no cargo
Dirigente da Fifa enfrenta críticas após repercussão de estratégia comercial para o Mundial

Foto: Divulgação/The White House
A Fifa afirmou nesta terça-feira (4) que é "pura ficção" a informação de que o presidente da entidade, Gianni Infantino, teria procurado apoio do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o insucesso de um plano para vender parte dos direitos comerciais da Copa do Mundo.
A manifestação ocorreu depois que o New York Post publicou, na segunda-feira (3), que Infantino teria tentado, sem sucesso, entrar em contato com Trump por telefone diversas vezes desde a última sexta-feira (31), quando a proposta foi abandonada. Segundo o jornal, o dirigente estaria isolado diante do aumento das críticas. "O presidente da Fifa não fez nenhuma ligação para o presidente dos EUA, nem para membros de seu governo, nos últimos dias. É pura ficção", informou a entidade em comunicado enviado à Reuters.
A controvérsia ganhou força após o fracasso da proposta de Infantino de transferir os ativos comerciais da Fifa para uma nova empresa financiada por investidores privados. O projeto previa levantar até US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 20 bilhões) com a venda de aproximadamente 20% de participação em uma empresa responsável pela gestão de competições da Fifa, entre elas a Copa do Mundo. A iniciativa, porém, foi abandonada após enfrentar forte resistência de diferentes partes envolvidas.
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