Internacional
Quase oito meses após prisão de Maduro, Trump afirma que Venezuela ainda não está pronta para eleições

Neste domingo (15), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a apresentação do relatório anual de sua gestão, assinou um novo decreto de emergência econômica para superar a crise vivida pelo país. O documento é o primeiro assinado em 2017, mas está e sua sexta extensão desde que a situação foi decretada há um ano. [Leia mais...]

Foto: Reuters/Marco Bello
Neste domingo (15), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a apresentação do relatório anual de sua gestão, assinou um novo decreto de emergência econômica para superar a crise vivida pelo país. O documento é o primeiro assinado em 2017, mas está e sua sexta extensão desde que a situação foi decretada há um ano.
"Amanhã será divulgado no Diário Oficial o primeiro decreto de emergência extraordinária, de emergência econômica para continuarmos combatendo a crise, para continuarmos avançando para superá-la", disse Maduro na sede do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).
O presidente, durante pronunciamento, celebrou a assinatura do decreto há um ano e suas contínuas renovações. De acordo com ele, a medida permitiu que o país "transitasse pela tempestade" de um ano como 2016, considerado por ele como "duro, difícil, de resistência e da intensificação do assalto ao poder por parte da oligarquia".
"Os estados de exceção e emergência econômica foram um instrumento extraordinário para poder manobrar no meio da crise e poder enfrentar a sabotagem da Assembleia Nacional", disse Maduro. Ele ainda afirmou que ao longo dos últimos anos, especialmente em 2016, houve uma "orquestração de interesses" para "quebrar" a revolução bolivariana comandada por ele.
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