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Em 2016, 39 mil páginas na web foram denunciadas por violar os direitos humanos
Internacional
Em 2016, 39 mil páginas na web foram denunciadas por violar os direitos humanos
Só no ano passado, a organização não-governamental (ONG) SaferNet recebeu denúncias contra 39,4 mil páginas da internet por violações de direitos humanos. De acordo com o o balanço divulgado nesta terça-feira (7), o conteúdo era de 61 países, e 58,9% estava em inglês e 24,2% em português. Após as acusações, 11,9 mil endereços foram removidos pelos servidores. [Leia mais...]

Foto: Divulgação
Só no ano passado, a organização não-governamental (ONG) SaferNet recebeu denúncias contra 39,4 mil páginas da internet por violações de direitos humanos. De acordo com o o balanço divulgado nesta terça-feira (7), o conteúdo era de 61 países, e 58,9% estava em inglês e 24,2% em português. Após as acusações, 11,9 mil endereços foram removidos pelos servidores. O serviço de denúncia é operado em parceria com o Ministério Público Federal e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Do total de denúncias, 17,6 mil endereços virtuais tinham indícios de pornografia infantil, 11,4 mil páginas continham racismo e 5,2 mil casos de incitação de crimes contra a vida. O canal de ajuda da Safernet, que oferece orientação e auxílio a usuários, recebeu ao longo do ano passado 312 pedidos relacionados à intimidação ou discriminação na rede, o cyberbulling. Um número semelhante de solicitações foram feitas por vazamento de fotos e vídeos íntimos.
Ainda de acordo com a ONG, 273 das solicitações foram de pessoas que tiveram problemas com dados pessoas, como contas virtuais invadidas ou vazamento de informações. E outros 128 casos foram de pessoas que relatam sofrimento devido a conteúdos de ódio e violência.
Ajuda
Para orientar os usuários sobre essas questões, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br) lançou nesta terça uma série de guias para pais, educadores e jovens sobre comportamento no ambiente virtual. Entre os temas abordados estão justamente o cyberbullying, o racismo, o discurso de ódio, as nudes (fotos íntimas) e o vazamento de imagens íntimas. O material está disponível gratuitamente na internet.
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