Internacional
Trump diz que 'muitos países' enviarão navios de guerra para manter estreito de Ormuz aberto

Se aplicada, a tarifa vai ser desfavorável para o Brasil, o segundo maior exportador de aço para os EUA. [Leia mais...]

Foto: Shealah Craighead/The White House
O secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, afirmou hoje (30) que o presidente Donald Trump ainda não decidiu se algum país vai receber isenção prolongada das sobretaxas de importação de aço e alumínio. Sete países aliados do EUA, dentre eles, o Brasil, foram liberados da taxação até o dia primeiro de maio.
Em março, Trump impôs sobretaxas de importação de 25% para o aço e 10% sobre o alumínio. Caso o presidente americano não decida pela prorrogação, os produtos dos países aliados também devem, ao final da isenção, ser tarifados. Se aplicada, a tarifa vai ser desfavorável para o Brasil, o segundo maior exportador de aço para os EUA.
Na última terça-feira, o presidente-executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes, afirmou que iria se reunir com representantes departamento de Comércio dos EUA nesta semana para tentar prorrogar a isenção temporária das taxas cedida aos produtos brasileiros.
Em entrevista publicada ontem pela Bloomberg, o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, disse que a Casa Branca vai continuar a conceder isenções das tarifas para alguns países. A possível lista dos países beneficiados não foi informada.
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