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Baiano relata ao Metro1 momentos de tensão em estádio durante atentado em Paris

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Baiano relata ao Metro1 momentos de tensão em estádio durante atentado em Paris

O baiano Rafael Laurentino relatou ao Metro1 momentos de tensão vividos por ele e seu filho durante o jogo entre França e Alemanha. A partida ainda acontecia quando os primeiros ataques terroristas foram registrados em Paris. De acordo com o governo francês, mais de 128 pessoas morreram. [Leia mais...]

Baiano relata ao Metro1 momentos de tensão em estádio durante atentado em Paris

Foto: Reprodução/Facebook

Por: Matheus Simoni no dia 14 de novembro de 2015 às 15:19

O baiano Rafael Laurentino relatou ao Metro1 momentos de tensão vividos por ele, sua esposa e seu filho durante o jogo entre França e Alemanha. A partida ainda acontecia quando os primeiros ataques terroristas foram registrados em Paris. De acordo com o governo francês, mais de 128 pessoas morreram. Rafael, que é torcedor do Vitória, disse que, ao escutar as primeiras explosões, pensou que se tratavam apenas de fogos de artifício. "Ouvimos as 2 explosões durante o jogo, mas pensamos que era coisa de torcida", disse ele. "Resolvemos sair do estádio 5 minutos antes do final da partida por causa do tumulto no metrô e estávamos com uma criança.

"A saída do estádio foi relativamente tranquila, a organização do jogo e polícia local não divulgaram nada para não causar o pânico. Infelizmente a notícia se espalhou e quem ficou até o final do jogo passou pelo que todos viram. Não queriam deixar o estádio com medo, porque foram lançadas granadas e um homem bomba chegou a atacar dentro do estádio", relatou Rafael, que trabalha como servidor público. De acordo com as agências de notícias internacionais, um terrorista foi barrado ao tentar entrar no estádio com uma bomba presa em um sinto. O plano era acionar os explosivos nas arquibancadas.

Segundo Rafael, por conta de várias informações desencontradas, ele só foi saber do que se tratava ao chegar no hotel em que a família estava. "Na saída do estádio, direcionaram todos que estavam saindo para os portões do lado contrário. Tentaram evitar causar o pânico, já que o estádio estava cheio", falou. Rafael afirmou que o clima permanece tenso, com poucas pessoas andando pelas ruas. O policiamento segue reforçado, com a presença de agentes da polícia e militares em locais de grande aglomeração pública.