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Quinze vereadores de Salvador articulam candidatura a deputado federal ou estadual

Levantamento feito pela coluna aponta que sete deles já estão decididos a concorrer na sucessão do ano que vem; saiba quem são

Foto: Metropress
A pouco menos de um ano para as eleições de 2026, 15 vereadores de Salvador estão pré-posicionados na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), aponta levantamento feito pela Metropolítica junto a cardeais da oposição e da base aliada ao prefeito Bruno Reis (União Brasil). Do total, nove começaram a se articular abertamente para lançar a candidatura ano que vem, sendo que sete deles tratam a entrada na corrida eleitoral como irreversível.
Pista livre
A lista inclui Jorge Araújo (PP), campeão de votos na última disputa pela Câmara Municipal impusionado pelo trabalho como repórter de rua, além de Cezar Leite (PL), André Fraga (PV), David Rios (MDB) e Felipe Santana (PSD). O primeiro vai entrar na briga para deputado federal, enquanto os outros quatros tentarão uma cadeira na Alba.
Das duas, uma
Já Alexandre Aleluia, que costura apoio para concorrer à Câmara dos Deputados, não sabe se entrará no páreo pelo atual partido, o PL, ou se conseguirá liberação da legenda para se candidatar pelo Novo, sigla comandada na Bahia por seu pai, o ex-deputado José Carlos Aleluia, pré-candidato ao governo do estado. Para Sandro Filho (PL), o caçula da Casa com somente 20 anos, a dúvida é se sairá para federal ou estadual.
Me libera, nego!
Pelo União Brasil, a maior bancada da Câmara Municipal com sete integrantes, apenas dois vereadores se movimentam para entrar no páreo da Assembleia Legislativa: Paulo Magalhães Júnior e Marcelle Moares. No entanto, ambos acham que pelo partido as chances são bem menores, por conta do excesso de candidatos competitivos, e cogitam ingressar em outra legenda com maior possibilidade de vitória. Para isso, precisam convencer a cúpula do União Brasil a deixá-los livres para voar sem que sejam enquadrados nas regras de fidelidade partidária.
Movimento de bispo
O pelotão dos vereadores que querem, mas não sabem se terão condições de entrar na disputa é encabeçado pelo vereador licenciado Luiz Carlos (Republicanos), atual chefe da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra). Em relação a Luiz Carlos, o futuro em 2026 depende do sucesso do deputado federal Márcio Marinho, presidente estadual do Republicanos, em garantir uma vaga de senador na chapa majoritária liderada pelo União Brasil. Caso Marinho consiga espaço, ele deverá entrar na batalha pela Câmara dos Deputados, como herdeiro dos votos do padrinho político.
Ponto de interrogação
Por fim mais cinco vereadores também podem se candidatar, mas dependem de uma série de arranjos internos para se viabilizar ou da necessidade do partido para fortalecer a chapa proporcional. São eles Marta Rodrigues (PT), irmã do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Ricardo Almeida (DC), Silvio Humberto (PSB), Hamilton Assis e Eliete Paraguassu (Psol). Destes, a única certeza é de que ao menos um dos dois vereadores do Psol estará na briga para deputado estadual.
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