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Carlos, o Chacal, é condenado a prisão perpétua pela terceira vez

Ilich Ramírez Sánchez, 67- terrorista venezuelano conhecido como "Carlos, o Chacal" - foi sentenciado nesta terça-feira (28/03) na França à prisão perpétua. O terrorista, criticou como "absurdo" o processo continuar em andamento 43 anos após o crime". Segundo seu advogado, a condenação do criminoso "eleva seu status cult". [Leia mais…]

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Foto : (Foto: Eric Feferberg / AFP)

Por André Teixeira no dia 28 de Março de 2017 ⋅ 09:41

Ilich Ramírez Sánchez, 67 - terrorista venezuelano conhecido como "Carlos, o Chacal" - foi sentenciado nesta terça-feira (28/03) na França à prisão perpétua. A "condenação foi pelo atentado executado no centro de Paris em setembro de 1974." 

27 pessoas e três associações de vítimas tomaram parte na acusação. Segundo o Tribunal Criminal de Paris o ataque, na época, feriu 40 pessoas e "resultou na morte de François Benzo e David Grunberg, vítimas de uma granada lançada na Publicis Drugstore, uma galeria comercial do Boulevard Saint-Germain". 

De acordo com reportagem do Terra, ao entrar no Tribunal, o terrorista "jogou beijos para o público e denunciou o julgamento como "paleontologia judiciária". O terrorista, criticou ainda, como "absurdo" o processo continuar em andamento 43 anos após o crime". Segundo seu advogado, a condenação do criminoso "eleva seu status cult".

Carlos ficou famoso depois de uma série de ataques terroristas nos anos 70 e 80 e pelo sequestro de "representantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), em Viena, em 1975".

A alcunha de Chacal aconteceu depois que "uma cópia do livro O dia do chacal, de Frederick Forsyth", ter sido "encontrada por policiais em um quarto de hotel em que ele se hospedou" durante os atentados.

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