Política
Relator da CPI do Crime Organizado diz que prisão de banqueiro reforça as investigações na comissão

Nos documentos, ele era descrito como “graduado em engenharia metalúrgica", ou “empresário”, no entanto, ele jamais concluiu a graduação

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) absolveu o empresário Eike Batista em processo que o acusava de ter fornecido informações desencontradas sobre sua formação profissional em formulários das empresas que integravam o antigo Grupo X.
Nos documentos, ele era descrito como “graduado em engenharia metalúrgica”, “engenheiro”, como tendo “cursado engenharia” ou “empresário”. No entanto, ele jamais concluiu a graduação.
A CCX Carvão Colômbia, que informava o currículo de Eike, afirma que faria a adequação do formulário, frisando que a informação prestada não tinha por objetivo induzir investidor ao erro, usando o argumento de que não seria elemento determinante para a decisão de investir ou não na empresa.
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