Política
CPI recorre a Fachin depois de Gilmar Mendes suspender quebra de sigilo de empresa de Toffoli

As chamadas "rachadinhas" consistem na prática de confisco, por parlamentares, de parte dos salários de assessores de seus gabinete

Foto: Pedro França/Agência Senado
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça (30), por 3 votos a 1, uma ação do Ministério Público do Rio e, portanto, manteve o foro privilegiado para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das "rachadinhas".
Os ministros também decidiram anular quatro dos cinco relatórios de movimentações financeiras de Flávio Bolsonaro que embasaram as investigações do MP – na prática, esvaziando o inquérito.
As chamadas "rachadinhas" consistem na prática de confisco, por parlamentares, de parte dos salários de assessores de seus gabinete.
A discussão sobre a manutenção do foro privilegiado de Flávio Bolsonaro esperava, há quase um ano e meio, pela decisão do Supremo.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.