Política
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Candidata ressaltou ainda sua defesa pela não obrigatoriedade de qualquer tratamento

Foto: Metropress/Fernanda Vilas Boas
Perguntada sobre o tratamento à covid-19 que foi conduzido durante sua gestão na secretaria da saúde de Porto Seguro, a candidata Raissa Soares (PL) se defendeu do apelido "Doutora Cloroquina” em sabatina na Rádio Metropole nesta segunda-feira (26). “Fiquei conhecida dessa forma porque enfrentei um sistema”, afirmou.
“Nós tivemos um tratamento que não tinha apenas uma ou duas substâncias. Era um tratamento complexo para uma doença complexa. Nunca foi tratada por uma medicação só. Porto Seguro usou todas as ferramentas disponíveis. Usamos o tratamento, vacina e fizemos até profilaxia”, disse. Ela ainda ressaltou sua defesa pela não obrigatoriedade do tratamento. “O que sempre defendi foi não obrigar. Nada de obrigatoriedade, mas liberdade”.
Em defesa do método utilizado por ela, Raissa ainda comentou que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, teria comprovado a evidência do uso de ivermectina para fase inicial do tratamento contra covid e de hidroxicloroquina como profilaxia.
No entanto, a agência considera apenas que pacientes com determinadas condições de saúde com potencial para aumento do risco de piora no quadro de covid-19 podem estar elegíveis para um tipo de tratamento. A lista de remédios aprovados emergencialmente traz anticorpos monoclonais e medicamentos antivirais de uso oral, que não incluem cloroquina ou ivermectina.
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