
Política
Para consolidar apoios, governo Lula amplia espaço de Lira e União em estatais e provoca reações no PT
Apesar do apoio federal, partidos tem rivalidade direta com PT em estados; Bahia é um deles

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Para firmar apoio no Congresso às vésperas de votações cruciais, o governo Lula (PT) ampliou espaços para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e lideranças do União Brasil em órgãos como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).
O movimento, feito de olho na aprovação de temas como o novo arcabouço fiscal e a medida provisória da reforma ministerial, contemplou também adversários do PT nos estados, e gerou incômodo em parlamentares petistas.
Na Bahia, por exemplo, onde o União Brasil é rival direto do PT, o partido do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, emplacou o novo diretor de Revitalização e Sustentabilidade da Codevasf, José Vivaldo Mendonça, no fim de março. Vivaldo, já fez críticas ao ex-governador e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Reação parecida aconteceu no PT do Ceará depois que o União Brasil garantiu espaço também no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).
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