Política
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A ministra do Planejamento afirmou explicou que a situação não representa um problema porque o teto de gastos vigora até 31 de dezembro e o prazo para o Congresso aprovar o arcabouço está marcado para dia 31 de agosto

Foto: Adriel Francisco/Agência Brasil
A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), assegurou que um possível adiamento na votação do arcabouço fiscal não resultará em “problemas para a elaboração do orçamento".
A declaração foi feita em entrevista concedida ao jornal O Globo, nesta quinta-feira (6), um dia antes do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP) afirmar que o pleito só acontecerá em agosto, devido ao recesso parlamentar.
“Isto não é um problema para nós, porque o teto de gastos vigora até 31 de dezembro e o prazo para o Congresso aprovar o arcabouço é 31 de agosto. Se votar na primeira semana, na segunda semana, não importa”, explicou Tebet.
Apesar do posicionamento da ministra, a decisão de Lira de colocar a reforma tributária em pauta, mas não priorizar o projeto de lei do Carf e do arcabouço fiscal, assuntos urgentes para o governo Lula, supostamente gerou insatisfação por parte do Palácio do Planalto.
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