
Política
Barroso estipula prazo de 48 horas para que CPMI justifique quebra de sigilo de Silvinei Marques
A medida havia sido determinada em votação pela comissão durante esta semana, mas a defesa do ex-diretor-geral da PRF afirma que a decisão fere a Constituição

Foto: Marcelo Camargo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, estipulou um prazo de 48 horas para que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas justifique a decisão de quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques.
A medida foi determinada em votação pela comissão nesta semana. No entanto, a defesa do ex-diretor da PRF afirmou que o procedimento tem irregularidades e fere a Constituição, por isso acionou o Supremo para suspender a decisão.
“O pedido será analisado após as informações, em razão da excepcionalidade da apreciação de medidas de urgência”, declarou Barroso, diante da solicitação dos advogados de Silvinei Marques.
A defesa ainda defendeu, em nota enviada à CNN, que a decisão foi "elaborada em total equívoco, em sessão confusa, sem debate sobre o tema".
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