Política
Erika Hilton é eleita presidente da Comissão da Mulher na Câmara e cria debate entre parlamentares

Às vésperas da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados, seu vice, Michel Temer (PMDB) articula fortemente nos bastidores, uma vez que estará mais próximo de herdar o comando do país se pelo menos 342 parlamentares votarem no domingo (17) pela admissibilidade do processo de impedimento. Mas, para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado por Dilma Rousseff (PT) nas últimas eleições, Temer não traria bons ventos para o Brasil. [Leia mais...]

Foto: Pedro França/Agência Senado
Às vésperas da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados, seu vice, Michel Temer (PMDB) articula fortemente nos bastidores, uma vez que estará mais próximo de herdar o comando do país se pelo menos 342 parlamentares votarem no domingo (17) pela admissibilidade do processo de impedimento. Mas, para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado por Dilma Rousseff (PT) nas últimas eleições, Temer não traria bons ventos para o Brasil.
"Eu tenho muitas duvidas sobre o Temer. Seria a continuidade da paralisia com a Dilma. A saída da presidente pela via constitucional pode nos dar a condição de construir um pacto de construir uma agenda, e o PSDB tem a responsabilidade de criar isso: uma política externa em favor do Brasil, a qualificação dos agentes públicos e uma reforma tributária. Estaríamos apresentando essa agenda emergencial de retirada do Brasil da crise. Nós não vamos virar as costas ao Brasil. O presidente Temer deve se remeter a isso", afirmou.
Segundo Aécio, a história dá a Temer "uma oportunidade extraordinária de virar a página". "Não somos beneficiários do impeachment. Disputamos a eleição e perdemos. O impeachment não nos coloca como beneficiário político. Nós não vamos fugir à nossa responsabilidade. Estamos dispostos a discutir com ele esforços para unir o país", completou.
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