
Política
Geddel sobre Dilma: “Não creio que haja condições de governabilidade”
Responsável pela articulação política do governo Temer, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), foi entrevistado na Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (16) e falou sobre os novos trabalhos à frente do Ministério. [Leia mais...]

Foto: Nardele Gomes / Metropress
Responsável pela articulação política do governo Temer, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), foi entrevistado na Rádio Metrópole na manhã desta segunda-feira (16) e falou sobre os novos trabalhos à frente da pasta. O presidente no PMDB na Bahia descartou veemente a volta de Dilma Rousseff para a presidência e disse que o objetivo do novo governo é consertar o rombo do país.
"O Ministério da Secretaria de Governo tem a função dessa interlocução com o Congresso. Eu vou procurar, inclusive, o governador Rui Costa, que diverge de diversas situações políticas. Vou estar lá como alguém aberto pra defender os interesses do estado, porque este é o meu dever: conversar, dialogar. É a área responsável também pelas emendas parlamentares. Tudo isso ao lado do presidente, de quem sou amigo há muitos anos e vou utilizar minha extensa experiência", declarou Geddel.
Para Geddel, Michel Temer deve mudar o cenário de crise do país e a volta de Dilma Rousseff à presidência seria dar brecha para continuar com os problemas. "Os desafios são imensos, acho que agora todo mundo tem que ajudar a enfrentar esse grave problema. Eu creio que seja pouco provável a volta de Dilma. É uma manifestação clara das ruas. O presidente em exercício vai tomar medidas de forma objetiva e o congresso vai se sensibilizar de que esse tira-coloca não é bom para o país. São cerca de R$ 120 bilhões de déficit e desemprego acelerando. O PT está no governo há 14 anos e, agora, nossa luta é corrigir esse rombo e criar expectativas (...) Nossa luta é fazer com que o país volte a ter esperança de futuro. Não creio que haja mais condições de governabilidade para que se admita a hipotese de retorno da presidente afastada", opinou.
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