
Política
Alcolumbre pede análise técnica sobre sessão que quebrou sigilo de Lulinha
Presidente e técnicos da Casa analisaram imagens e documentos sobre confusão ocorrida na sessão da última quinta-feira

Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se encontrou com técnicos da Casa para analisar a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Na reunião, que aconteceu na última segunda-feira (2), o presidente e os técnicos analisaram imagens e documentos que foram enviados sobre a confusão que ocorreu na sessão da última quinta-feira (26), além de questões regimentais. Caso Alcolumbre entenda que a votação não foi legítima, ela poderia ser anulada.
Votação na CPMI
A votação da quebra de sigilos aconteceu de forma simbólica, quando os votos dos parlamentares não são contabilizados nominalmente no painel. Na votação, 31 parlamentares tinham presença registrada e havia 14 deputados da base governista no plenário. Ou seja, sem maioria para barrar a aprovação.
O argumento da base governista é de que, entre as 31 presenças registradas, havia parlamentares que não eram titulares da comissão e não poderiam votar o bloco de requerimentos.
Segundo o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), o regimento foi seguido e que não houve erro na votação. Já o PT apresentou questão de ordem com pedido para a presidência da CPMI de anulação do resultado e formalizou o comunicado à Mesa Diretora da Casa.
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