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Flávio Bolsonaro pede “pressão diplomática” sobre eleições brasileiras em evento nos EUA

Política

Flávio Bolsonaro pede “pressão diplomática” sobre eleições brasileiras em evento nos EUA

Durante a CPAC, no Texas, senador criticou Lula, citou Trump e defendeu exploração de terras raras do Brasil

Flávio Bolsonaro pede “pressão diplomática” sobre eleições brasileiras em evento nos EUA

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Por: Metro1 no dia 29 de março de 2026 às 07:55

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, participou da CPAC, conferência que reúne lideranças conservadoras, realizada no Texas, nos Estados Unidos, neste sábado (28). Durante o evento, ele fez um apelo para que a comunidade internacional acompanhe o processo eleitoral brasileiro.

"Não apenas aos Estados Unidos, mas ao mundo inteiro, é que acompanhem as eleições brasileiras com enorme atenção. Aprendam e compreendam o nosso processo, monitorem a liberdade de expressão do nosso povo e exerçam pressão diplomática para que as nossas instituições funcionem adequadamente”, pediu.

No discurso, o senador afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem interesses contrários aos dos Estados Unidos e declarou que o petista se opõe a medidas do presidente Donald Trump envolvendo países como Venezuela, Irã e Cuba, além do combate ao tráfico de drogas.

Flávio também acusou o ex-presidente americano Joe Biden de interferir nas eleições brasileiras de 2022. Ao comentar a situação do pai, afirmou: “Meu pai está preso esta noite pelas mesmas crenças que vocês, mas o sacrifício dele não será em vão”.

Durante o evento, o senador ainda defendeu que os Estados Unidos ampliem parcerias com o Brasil para exploração de terras raras, em alternativa à dependência da China.

“Por que isso importa? Essas terras raras são essenciais para processadores de computador e a revolução da IA [inteligência Artificial] que está transformando nosso mundo e o equipamento de defesa americano. Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana se torna impossível", enfatizou.