Sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Política

/

Ministro da Defesa tem número clonado e golpista pede dinheiro para evento beneficente

Política

Ministro da Defesa tem número clonado e golpista pede dinheiro para evento beneficente

Contatos de José Múcio Monteiro receberam mensagens pedindo R$ 5 para "Instituto Criança Esperança"

Ministro da Defesa tem número clonado e golpista pede dinheiro para evento beneficente

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por: Metro1 no dia 18 de setembro de 2026 às 13:55

Atualizado: no dia 18 de setembro de 2026 às 14:33

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, foi vítima de clonagem de número de celular em um aplicativo de mensagens. Na manhã desta sexta-feira (18), um golpista usou a linha para se passar por ele e pedir a outros contatos transferências via Pix, sob a justificativa de arrecadar fundos para um suposto evento beneficente. A assessoria do Ministério da Defesa confirmou a tentativa de golpe. 

Em uma das mensagens enviadas, o golpista indica o contato de um suposto sobrinho do ministro, "Pedro Reis", e pede R$ 5 de doação para auxiliar crianças carentes. Ele também pergunta qual sistema o celular da vítima usa, alegando que enviará um arquivo com o convite.  

"Será um evento e vou está ajudando crianças esperança do instituto criança esperança, cada convidado meu, está fazendo a doação no valor de 5 reais, conto com sua presença vou te enviar o número do Pedro você chama ele agora pra ele te enviar o convite, voce so avisa a ele , se o seu celular e Android do ou iPhone , porque ele vai enviar o PDF do convite pra você , só avisa ele se é Android ou iPhone [sic]", escreveu o golpista. 

Segundo o Código Civil brasileiro, “invadir dispositivo informático de uso alheio, conectado ou não à rede de computadores, com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do usuário do dispositivo ou de instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita” é considerado crime com pena de reclusão de um a quatro anos e multa.