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Flávio Bolsonaro e família recebem autorização humanitária para permanecer nos EUA por um ano

Política

Flávio Bolsonaro e família recebem autorização humanitária para permanecer nos EUA por um ano

Registros da alfândega americana indicam que o senador, a esposa e as duas filhas entraram no país com permissão temporária válida até outubro de 2027

Flávio Bolsonaro e família recebem autorização humanitária para permanecer nos EUA por um ano

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Por: Metro1 no dia 28 de outubro de 2026 às 14:28

Atualizado: no dia 28 de outubro de 2026 às 14:57

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a família receberam autorização de entrada temporária por motivos humanitários nos Estados Unidos, onde chegaram na manhã desta quarta-feira (28). Os registros da alfândega americana, consultados pelo Metrópoles, indicam que o parlamentar, a esposa, Fernanda, e as duas filhas adolescentes foram autorizados a entrar na categoria “DT”, modalidade de liberdade condicional humanitária conhecida como parole.

Esse tipo de autorização pode ser concedido em situações humanitárias urgentes e permite a permanência temporária em território americano. A mesma modalidade foi utilizada nos últimos anos para permitir a entrada de refugiados ucranianos após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Segundo os registros consultados pela publicação, Flávio Bolsonaro e os familiares poderão permanecer inicialmente nos Estados Unidos até 27 de outubro de 2027, por um período de um ano.

Flávio utilizou passaporte diplomático

De acordo com informações da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, Flávio Bolsonaro utilizou o passaporte diplomático para entrar nos Estados Unidos. Na Argentina, de onde embarcou na madrugada desta quarta-feira, o senador teria apresentado o documento italiano.

Foto: Pablo Duggan/C5N

A esposa e as duas filhas viajaram com passaportes brasileiros. Diferentemente do senador, elas não estão sujeitas à determinação da Justiça brasileira para entrega do passaporte.

A viagem ocorreu após Flávio Bolsonaro deixar o Brasil sem entregar o documento às autoridades, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).