
Política
Rui cobra unidade política para restabelecer economia: “Povo em primeiro lugar”
Os últimos meses foram de mudanças e crises intensas na política brasileira. Com a saída da ex-presidente Dilma Rousseff, prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e inúmeros episódios envolvendo políticos em casos de corrupção, segundo o governador Rui Costa, o momento político impacta diretamente na estabilidade do país e equilíbrio econômico [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
Os últimos meses foram de mudanças e crises intensas na política brasileira. Com a saída da ex-presidente Dilma Rousseff, prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e inúmeros episódios envolvendo políticos em casos de corrupção, segundo o governador Rui Costa, o momento político impacta diretamente na estabilidade do país e equilíbrio econômico.
“Sou daqueles que acho que precisamos encontrar um momento de nova governança, o período recente, caminhamos por um rumo equivocado de estimular ódio entre as pessoas do país, estimular ódio racial, regional, isso precisa ser superado. O Brasil não é isso, não chegaremos a recuperar a economia, se não ultrapassarmos esse momento que estamos passado, é preciso ter mais unidade, é preciso retomar a economia. Tenho 53 anos de idade, durante a minha existência, o Brasil não passou por 2 anos seguidos com o PIB negativo, Em 2014 foi zero, em 2016, PIB negativo”, disse.
Para tentar contribuir para a solução do problema, o governador comentou as ações discutidas pela aliança formada com outros governadores do Nordeste. “Nós montamos uma aliança que graças a Deus é montada em cima do sentimento de pertencimento. Todo mundo se sente parte do projeto político, tem construído junto, isso não é um governo do PT, é dessa frente de partidos que tem funcionado. O puxa estica da política é normal. Tem política e política, o povo está reconhecendo o que é a boa política, quem se dispor a imaginar o Brasil no futuro, não tem acertado muito. Não vamos aguentar, é preciso que os políticos e sociedade, temos a obrigação de colocar o povo em primeiro lugar, deixar de lado as vaidades, os interesses corporativos, fomos capturados pelas corporações, defendendo interesses corporativos, não é possível o país tão desigual, salários públicos acima de 100 mil reais e muito desses, em todo estado tem. Nós temos que colocar os interesses partidários de lado e colocar a frente os interesses do Brasil pra restabelecer a confiança no país, tenho a convicção comigo se não superarmos a crise política não vamos superar o problema da economia”, completou.
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