Política
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A alternância de poder na Assembleia Legislativa da Bahia é cada vez mais defendida por deputados e políticos baianos. De acordo com o senador Otto Alencar (PSD), a sexta candidatura de Marcelo Nilo fere a democracia da Casa [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
A alternância de poder na Assembleia Legislativa da Bahia é cada vez mais defendida por deputados e políticos baianos. De acordo com o senador Otto Alencar (PSD), a sexta candidatura de Marcelo Nilo fere a democracia da Casa.
“Minha palavra veio de pai e mãe. Não tem absolutamente nada a ver uma coisa com a outra. A candidatura de Coronel não tem nada contra Marcelo Nilo. Eu sou contra a reeleição nas Casas legislativas, para dar alternância de poder. Isso é da natureza da democracia, você tem que prender a perder. Tinha que aparecer um cientista e inventar uma balança politica para ele saber quanto pesa. Pior coisa é o cara ser vintém e pensar que é milhão. A vaidade é uma coisa horrível. Na democracia você aprende com os erros. Poder é como corrida de longa distância, você passa o bastão e vai fazendo a corrida”, avaliou.
Lembrando a época que presidiu a Casa, Otto explicou porque negou a reeleição. “O deputado Luiz de Deus colheu assinaturas para eu ser reeleito, eu não quis. Isso não mudou nada na minha vida politica. Eu segui a minha vida politica. A firmeza, o caráter, a historia e a humildade é que define o político. As candidaturas de Coronel e Luiz Augusto são conceituais, contra a reeleição. O coronel não vai retirar a candidatura dele, só para apoiar Luiz Augusto. Aí vem a oposição, esse ano a oposição vai ter uma papel conceitual. Se a oposição for contra a reeleição vota com coronel ou Luiz Augusto for a favor vota com Marcelo”, afirmou.
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