Segunda-feira, 27 de abril de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Política

/

Sandro Régis será 1º secretário na mesa diretora da Assembleia

Política

Sandro Régis será 1º secretário na mesa diretora da Assembleia

O deputado estadual Sandro Régis (DEM) vai ser o 1º secretário da mesa diretora da Assembleia Legislativa da Bahia. O acordo foi definido nesta quarta-feira (1), em reunião nesta manhã com os outros parlamentares baianos. Também foi definido que Carlos Geilson (PSDB) será o segundo vice-secretário da mesa e Luciano Simões Filho será o quarto vice-secretário. [Leia mais...]

Sandro Régis será 1º secretário na mesa diretora da Assembleia

Foto: Tácio Moreira/Metropress

Por: Matheus Simoni e Matheus Morais no dia 01 de fevereiro de 2017 às 14:38

Atualizado: no dia 01 de fevereiro de 2017 às 14:39

O deputado estadual Sandro Régis (DEM) vai ser o 1º secretário da mesa diretora da Assembleia Legislativa da Bahia. O acordo foi definido nesta quarta-feira (1), em reunião nesta manhã com os outros parlamentares baianos. Também foi definido que Carlos Geilson (PSDB) será o segundo vice-secretário da mesa e Luciano Simões Filho (PMDB) será o quarto secretário. A composição do restante da mesa diretora também tem Jânio Natal (PTN) como terceiro vice-presidente, Manassés (PSB) como quarto vice, Aderbal Caldas (PP) com segundo secretário e terceiro secretário Fabricio Falcão (PCdoB).

Em conversa com o Metro1, o democrata também falou sobre a disputa para a presidência da Assembleia. Para Sandro Régis, a oposição foi responsável por ajudar a construir a candidatura de Ângelo Coronel (PSD). "Achamos que é necessária a alternância de poder. A oposição ajudou a construir a candidatura de Coronel. Marcelo Nilo foi um grande gestor, teve 10 anos como presidente e deixa um grande legado na Assembleia Legislativa da Bahia", disse.

Ainda segundo Régis, a oposição vai apresentar o fim da reeleição para a presidência da Casa na primeira reunião da mesa diretora. "Acho que foi tudo organizado, tem questões das comissões. Temos que ter calma para deixar o novo presidente conduzir o ritmo dele", afirmou.