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Pedido de prisão de Aécio deve ser julgado neste mês, diz ministro

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Pedido de prisão de Aécio deve ser julgado neste mês, diz ministro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio, afirmou nesta terça-feira (1º) que o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) referente a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve ser julgado ainda neste mês de agosto. [Leia mais...]

Pedido de prisão de Aécio deve ser julgado neste mês, diz ministro

Foto: Agência Brasil

Por: Paloma Morais no dia 01 de agosto de 2017 às 15:59

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio, afirmou nesta terça-feira (1º) que o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) referente a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve ser julgado ainda neste mês de agosto. De acordo com ele, para que isso aconteça, é necessário que o tucano se manifeste sobre o fato.

Quando foi deflagrada a operação Patmos, em 18 de maio, o ministro Edson Fachin negou pedido de prisão contra o senador, porém o afastou do cargo. Em 30 de junho, após mudança do relator no caso, Marco Aurélio autorizou o retorno do tucano no mandato e negou recurso que pedia prisão de Aécio feito pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot. A PGR, por sua vez, recorreu a negativa. O novo pedido de prisão contra Aécio deve ser analisado pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, além de Marco Aurélio, que e relator do processo.

""Continuo convencido de que a decisão [de junho] é correta. Agora, há um pedido sucessivo de receber o pleito de reconsideração"", disse Marco Aurélio. ""E aí, havendo um recurso, como há, eu terei que estabelecer o contraditório, ouvir a parte interessada na manutenção da minha decisão, que é o senador Aécio Neves, e posteriormente confeccionar meu voto, que praticamente está confeccionado. Será o que está na decisão. E então levar à Turma"", completou.

Aécio foi denunciado pela PGR pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de justiça. Segundo Janot, o senador pediu R$ 2 milhões à JBS e atuou para atrapalhar as investigações da Lava Jato.