Política

Nilo lembra operação da PF e solidariedade de adversários políticos: “Cabeça erguida”

Ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PSL) conversou com Mário Kertész nesta quinta-feira (21) e lembrou a operação da Polícia Federal, deflagrada na semana passada, que investiga se Nilo prestou informações falsas à Justiça Eleitoral. Na ocasião, a PF afirmou que há indícios de que o deputado seria o controlador da Babesp e que utilizaria o instituto de pesquisa para contabilização de \"caixa 2\" [Leia mais...]

[Nilo lembra operação da PF e solidariedade de adversários políticos: “Cabeça erguida”]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira e Gabriel Nascimento no dia 21 de Setembro de 2017 ⋅ 08:14

Ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PSL) conversou com Mário Kertész nesta quinta-feira (21) e lembrou a operação da Polícia Federal, deflagrada na semana passada, que investiga se Nilo prestou informações falsas à Justiça Eleitoral. Na ocasião, a PF afirmou que há indícios de que o deputado seria o controlador da Babesp e que utilizaria o instituto de pesquisa para contabilização de \"caixa 2\".

De acordo com Marcelo Nilo, o fato de o instituto acertar grande parte das pesquisas não é argumento para suspeitas. “Oito dias atrás fui surpreendido pela presença da PF e da Procuradoria Regional Eleitoral. Foi o momento mais difícil da minha vida. É uma violência inominável você ter sua cada ocupada. Os procuradores educados, mas foi difícil. Primeira vez na história eleitoral que teve busca e apreensão. Todo mundo sabe que a Babesp não manipula pesquisa. Não tem nada de desvio de recursos públicos, improbidade”, disse.

Nilo afirmou ainda que está com “a consciência tranquila” sobre as denúncias investigadas. “Estou de cabeça erguida, e vim conversar com vocês para que a sociedade saiba que não houve desvio de recursos públicos. Não existe na minha vida nada que me faça andar de cabeça baixa. Tive a solidariedade dos deputados, inclusive adversários políticos, desembargadores, imprensa. Foi uma violência inominável, marcaram no meu coração como o pior dia da minha vida”, concluiu.

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