Política

Ciro diz que eleição de Lula pode rachar país e cita Wagner: "Candidato respeitabilíssimo"

Quem será o escolhido para o lugar do presidente Michel Temer (PMDB) em 2018? O questionamento, feito desde a entrada do peemedebista no cargo depois do impeachment de Dilma Rousseff (PT), tem sido cada vez mais frequente e durante entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, na manhã desta quarta-feira (1º), o pré-candidato à presidência pelo PDT Ciro Gomes citou possíveis oponentes. [Leia mais...]

[Ciro diz que eleição de Lula pode rachar país e cita Wagner:
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento e Matheus Morais no dia 01 de Novembro de 2017 ⋅ 09:46

Quem será o escolhido para o lugar do presidente Michel Temer (PMDB) em 2018? O questionamento, feito desde a entrada do peemedebista no cargo depois do impeachment de Dilma Rousseff (PT), tem sido cada vez mais frequente e durante entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, na manhã desta quarta-feira (1º), o pré-candidato à presidência pelo PDT Ciro Gomes citou possíveis oponentes.

De acordo com ele, o pleito do próximo vai ser parecido com o de 1989. "Teremos candidatos significativos. Do PT, acho que o candidato será o Jaques Wagner, que é hábil, é o grande vitorioso, fez o sucessor [Rui Costa] que tem feito um bom trabalho e é um candidato respeitabilíssimo. Depois da confusão do PSDB [que ainda debate a saída da base de Temer] deve escolher o [Geraldo] Alckmin e passa a representar a direita votável. Vem Bolsonaro, vem Marina, eu e talvez o Luciano Huck pelo Democratas", analisou.

Sobre Lula (PT), o pedetista afirmou: "Estou supondo que Lula não seja candidato e estou torcendo para que ele não seja condenado. Ele tem que perceber que a presença dele na eleição vai destruir o tecido político. Ele anda e o povo vai para frente do ônibus dele. Eu sonho que ele seja absolvido e numa posição generosa nas pesquisas, diga que compreende que o Brasil precisa de paz e convoque partidos para fazer frente". "Se ele for candidato, é uma eleição perigosa para ele. Se ganhar é com o Brasil rachado com essa crise odienta", concluiu.

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