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Futuro ministro de Temer pede prisão de Janot por ʹarmaçãoʹ contra presidente

Política

Futuro ministro de Temer pede prisão de Janot por ʹarmaçãoʹ contra presidente

Próximo de assumir o cargo de ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) fez críticas ao ex-procurador Geral da República Rodrigo Janot e pediu seu indiciamento no relatório final na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) da JBS. [Leia mais...]

Futuro ministro de Temer pede prisão de Janot por ʹarmaçãoʹ contra presidente

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Por: Matheus Simoni no dia 12 de dezembro de 2017 às 13:20

Próximo de assumir o cargo de ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) fez críticas ao ex-procurador Geral da República Rodrigo Janot e pediu seu indiciamento no relatório final na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) da JBS. De acordo com o parlamentar, o ex-titular do Ministério Público Federal (MPF) e o seu ex-chefe de gabinete, Eduardo Pelella, feriram a Lei de Segurança Nacional e cometeram "subversão à ordem política".

"Me permite concluir que realmente houve uma conspiração com o objetivo de afastar o presidente. O resultado pretendido era que a cúpula da PGR interferisse na sua própria sucessão e isto é uma atitude ilícita", afirmou Marun. "O senhor Janot e o senhor Pelella, a lei da prevaricação, do abuso de autoridade e também os considero inclusos na Lei de Segurança Nacional pelo fato de terem incitado de terem incitado a subversão da ordem política do país."

Marun afirmou que vai encaminhar o parecer para a PGR e ressaltou ter convicção de que Janot e Pelella cometeram os crimes. O relatório também aponta o ex-procurador Marcelo Miller como autor dos crimes de organização criminosa, obstrução às investigações, corrupção passiva, advocacia administrativa e improbidade administrativa. Os irmãos Joesley e Wesley Batista – donos do grupo J&F, que controla o frigorífico JBS – teriam sido responsáveis, segundo o parlamentar, pelos crimes de corrupção ativa, uso indevido de informação privilegiada e manipulação do mercado.