Política

Elinaldo nega ‘dedo de Neto, de Azi’ em reforma administrativa

O prefeito avisou, inclusive, que no final do ano deve mexer em novas peças do secretariado. “Independente do resultado faço outra no fim do ano. Secretário tem sombra, eu sempre exijo de mim o meu melhor, sempre acho que posso fazer mais. É meu perfil, é do meu secretário. Sempre podem fazer mais”, indicou, em entrevista à Rádio Metrópole, com Mário Kertész. [Leia mais...]

[Elinaldo nega ‘dedo de Neto, de Azi’ em reforma administrativa ]
Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Alexandre Galvão e Gabriel Nascimento no dia 26 de Abril de 2018 ⋅ 08:31

Liderado pelo prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), o gestor de Camaçari, Antonio Elinaldo (DEM), negou que o chefe político tenha interferido na gestão. Recentemente, Elinaldo tirou quadros indicados pelo soteropolitano e informações de bastidores apontam que o prefeito queria tomar “as rédeas” da própria administração.

“Ele [ACM Neto] tem passado experiências dos programas que têm dado certo e trocamos experiencias. É mais um preconceito das pessoas que o tempo inteiro dizem que Camaçari tem dedo de Neto, dedo de [Paulo] Azi, e não tem nada disso. Não sou coronel, eu ouço todos. Muitos têm inveja que não tem pessoas como Neto”, afirmou, ao defender que queria dar “uma oxigenada”.

O prefeito avisou, inclusive, que no final do ano deve mexer em novas peças. “Independente do resultado, faço outra no fim do ano. Secretário tem sombra, eu sempre exijo de mim o meu melhor, sempre acho que posso fazer mais. É meu perfil, é do meu secretário. Sempre podem fazer mais”, indicou, em entrevista à Rádio Metrópole, com Mário Kertész.

O democrata criticou ainda as gestões anteriores à sua. “Primeiro vou falar pelo preconceito que enfrentei na campanha. Eu acho que nosso adversário, o principal [Luiz Caetano, PT], em certo momento achou que era dono da cidade. Ele não se conforma de ter perdido a eleição para uma pessoa simples, que não tem nível superior, feirante, mas que entende a linguagem do povo. Que percebe a verdadeira necessidade do povo. Ele queria me ensinar a fazer gestão, um grupo que deixou a cidade acabada, deixou a saúde que não funciona”, apontou.

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