
Política
Dodge volta a pedir rescisão de delações de executivos da JBS
Segundo o Estadão, a manifestação, em resposta às alegações das defesas, era a última que faltava chegar ao ministro para que ele decida se valida ou não a rescisão não só dos dois acordos, como também daqueles de Joesley Batista e Ricardo Saud

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Sob a argumentação de que a intensa colaboração não apaga atos de deslealdade e má fé, a PGR (Procuradoria-Geral da República) reforçou, ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, o pedido para que ele homologue a rescisão dos acordos de colaboração premiada de Wesley Batista e Francisco de Assis e Silva, do Grupo J&F.
Segundo o Estadão, a manifestação, em resposta às alegações das defesas, era a última que faltava chegar ao ministro para que ele decida se valida ou não a rescisão não só dos dois acordos, como também daqueles de Joesley Batista e Ricardo Saud.
O motivo pelo qual a PGR fez a rescisão unilateral do acordo de colaboração premiada, nos casos de Wesley e Francisco, foi a constatação de que os delatores não comunicaram participação de Marcello Miller na negociação dos acordos enquanto ainda era procurador da República.
Ela diz que os dois delatores, além de Joesley e Saud, podem ter cometido o crime de corrupção ativa. Raquel Dodge chega a afirmar que Joesley e Saud pagaram “vantagem indevida” a Marcello Miller para que ele praticasse atos de ofício a favor.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.

