
Política
Nicolás Maduro afirma que 'Venezuela não terá um Bolsonaro'
Maduro também provoca o vice-presidente brasileiro: "Louco da cabeça"

Foto: Twitter
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, informou ontem a noite (20) que não permitirá que a Venezuela siga os passos do Brasil, cuja ideologia passou a ser de direita nas ultimas eleições. Durante o ato do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), Maduro reafirmou suas denúncias de um complô entre o Brasil, EUA e Colômbia para derruba-lo, inclusive assassina-lo
Provocações também foram enviadas ao general Mourão. O general foi chamado de "louco" por afirmar que o governo de Maduro está chegando ao fim e por ter defendido "eleições normais" na Venezuela. "Aqui lhe espero, Mourão, com milhões de homens e mulheres e com as forças Armadas, venha pessoalmente", atiçou Nicolás Maduro.
O presidente venezuelano, que inicia em janeiro um segundo mandato de 6 anos, diz que ordenou "armar até os dentes" os militares, na tentativa de afastar qualquer tentativa de invasão. A pressão diplomática pelos países vizinhos contra Maduro aumentou com a imigração de milhares de venezuelanos, que fogem da crise econômica no país.
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