
Política
PF levanta suspeitas sobre Jucá, Renan, Delcídio e Gim Argello
Os nomes foram apontados em perícias realizadas nos sistemas de comunicação e de contabilidade informais da Odebrecht

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Os senadores Romero Jucá (MDB-RR) e Renan Calheiros (MDB-RR) e os ex-senadores Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e Gim Argello (sem partido-DF) receberam pelo menos R$ 8,5 milhões da Odebrecht, entre maio e agosto de 2012, apontam perícias realizadas nos sistemas de comunicação e de contabilidade informais da empreiteira.
Um quinto político também foi apontado sob o codinome “Glutão”, mas a Polícia Federal ainda não identificou o nome real do envolvido.
Os valores teriam sido repassados pela aprovação da resolução do senado 72/2010, que limitou a concessão de benefícios fiscais pelos estados em portos a produtos importados. Conhecido como "Guerra dos Portos", o caso beneficiou diretamente uma das empresas do grupo Odebrecht, a Braskem.
A PF busca cruzar os dados da perícia com provas coletadas na Operação Armistício, realizada em 8 de novembro, que recolheu informações de supostos intermediários de Jucá, Renan e Gim Argello.
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