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Relator da PEC da Segurança "espera diálogo" com novo ministro da Justiça

Política

Relator da PEC da Segurança "espera diálogo" com novo ministro da Justiça

PEC da Segurança e PL Antifacção são pautas que devem ser priorizadas, segundo Lula

Relator da PEC da Segurança "espera diálogo" com novo ministro da Justiça

Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

Por: Metro1 no dia 14 de janeiro de 2026 às 18:56

O relator da PEC da Segurança na Câmara, deputado Mendonça Filho (União-PE) demonstrou expectativas a respeito do novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva. Mendonça Filho afirmou esperar que o ministro chegue ao cargo “com disposição ao diálogo” para avançar em políticas públicas de enfrentamento à violência que, segundo ele “é o problema número um da população brasileira.”

Novo ministro
A escolha de Wellington César para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública após o pedido de demissão de Ricardo Lewandowski foi confirmada na última terça-feira (13) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em conversa com a CNN, Lula disse que as pautas que devem ser prioridades no Congresso são a PEC da Segurança e o PL Antifacção. A orientação se baseia no impacto da pauta da violência nas eleições de outubro deste ano. Após desgastes motivados por votações como o PL Antifacção e a PEC da Blindagem, a missão central de Wellington é recompor a relação da pasta com o Legislativo.

A PEC da Segurança Pública será pautada ainda neste semestre, segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).  À CNN, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputado Paulo Azi (União-BA), também comentou a indicação do novo ministro.

“Se ele vier unicamente monitorado por aquilo que pensa o governo, as chances de ele avançar nessa pauta vão ser muito pequenas, porque o Congresso tem uma posição muito clara em relação às alterações que precisam ser feitas na segurança pública do país, tanto naquele projeto Antifacção, quanto na PEC. Então, a capacidade de articulação dele tem que funcionar muito mais dentro do governo do que dentro do Congresso”, comentou.