
Política
Boca Quente: Paulinho campeão no futvôlei e a missa de Aleluia
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Foto: Reprodução / Instagram
Não esqueça de mim
Sem conseguir se reeleger, após ver seus votos engolidos pelo PSL, José Carlos Aleluia (DEM) segue na espera por um cargo federal. Tão seguro do novo emprego, recusou o convite que o prefeito de Salvador, ACM Neto, fez para ele voltar a ser secretário municipal. Esqueceu daquele ditado: “Quem tem um, não tem nenhum”. Agora é rezar a missa.
Reza braba
Nem mesmo a protuberante “pança” fez José Carlos Araújo (PR) deixar de seguir o cortejo da Lavagem do Bonfim. Sem se reeleger, foi o caminho todo atrás da comitiva do governo. Do PR, só ele e uns gatos pingados com uma camisa que identificava. Zé Rocha e Jonga Bacelar passaram longe, afinal, estão reeleitos, não é mesmo?
A xerifa
“Ex-gerentona” de Dilma Rousseff e de Wagner, Eva Chiavon estava na missa de aniversário do governador Rui Costa (PT). Isso, claro, fez crescer os rumores de que o petista pode fazer voltar à administração pública a ex-ministra-chefe da Casa Civil. Quanto aos boatos de que a própria Dilma pode compor o governo Rui, todos desmentem.
Sorte no jogo
Mais conhecido por suas habilidades futebolísticas do que competência na política, Paulo Magalhães Jr (PV), o “Paulinho Futvôlei” mostrou que bate mesmo um bolão. Foi campeão do Futvôlei Summer Cup. Se o troféu é importante, não sei. Mas que ele ganhou, ganhou. Vida longa à carreira de atleta, pois a de política anda complicada.
O fim do túnel
Bastante balançado na diretoria de Iluminação Pública, Júnior Magalhães pode ter visto a luz no fim do túnel com a decoração de Natal do Campo Grande. O arranjo fez sucesso total entre soteropolitanos e turistas. De acordo com a prefeitura, somente em dezembro, o bairro atraiu cerca de 600 mil visitantes e desbancou pontos turísticos famosos.
Pesos e medidas
Ganha contornos de trapalhada a eleição para o Quinto Constitucional. Com a votação adiada para fevereiro, já há o temor, entre os candidatos, de que o sistema providenciado pela OAB-BA não funcione mais uma vez. O pior dos cenários é usar o voto impresso. Isso reduziria demais a participação da classe, que já não participa muito do pleito.
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