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Suposto uso político de rádio causa briga entre vereador e radialista

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Suposto uso político de rádio causa briga entre vereador e radialista

O radialista Lucas Bocão, da cidade de Teixeira de Freitas, no Extremo Sul do estado, acusou o líder do governo na Câmara de Vereadores de Salvador, Joceval Rodrigues (PPS), de se unir com o prefeito do município, João Bosco (PT), para intimidá-lo e ameaçá-lo. [Leia mais....]

Suposto uso político de rádio causa briga entre vereador e radialista

Foto: Darío Guimarães Neto/Metropress (arquivo)

Por: Matheus Morais no dia 04 de novembro de 2015 às 08:48

O radialista Lucas Bocão, da cidade de Teixeira de Freitas, no Extremo Sul do estado, acusou o líder do governo na Câmara de Vereadores de Salvador, Joceval Rodrigues (PPS), de se unir com o prefeito do município, João Bosco (PT), para intimidá-lo e ameaçá-lo. “Ele saiu de Salvador com seguranças e dois advogados usando a estrutura da Câmara de Vereadores de Salvador. Está envolvido num processo para prejudicar o deputado federal Uldurico Júnior (PTC), do qual ele é suplente”, contou Lucas, que é apresentador na Rádio Cidade, de Teixeira de Freitas, em participação na Rádio Metrópole, na manhã desta quarta-feira (4).

O processo diz respeito a uma suposta utilização da família Pinto, à qual pertence Uldurico, de meios de comunicação para chegar e se manter no poder. Em contato com o Metro1, Joceval Rodrigues afirmou que está na cidade de Eunápolis, participando de uma audiência pública, e negou que tenha se utilizado do poder público para intimidar alguém. Segundo ele, o que existe é um processo entre as duas partes, cujos custos judiciais são pagos pelo próprio Joceval. “Eu sou protegido pelo Espírito Santo e esses seguranças e advogados estão sendo pagos por mim, não estou utilizando a estrutura da Câmara. Sobre o processo, prefiro não falar”, disse.

Depois, em participação na Metrópole, Joceval afirmou que a discussão vai se prender ao âmbito judicial. "Não sei o que ele fala de [ter levado] seguranças. Estou falando de recursos pessoais. Não estive na presença de segurança e não coagi ninguém. Acho que, quando uma pessoa tem um processo tramitando na Justiça, é a Justiça que decide. Estou requerendo meus direitos, não adianta degradar minha imagem", falou.