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Deputada baiana é agredida ao tentar retirar banner pró-impeachment na Câmara

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Deputada baiana é agredida ao tentar retirar banner pró-impeachment na Câmara

A deputada baiana Moema Gramacho (PT) foi agredida ao tentar retirar um banner que pedia o impeachment da presidente Dilma Rousseff, que foi colocado no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, nesta quarta-feira (4). Ela estava acompanhada de assessores quando ocorreu o tumulto. [Leia mais...]

Deputada baiana é agredida ao tentar retirar banner pró-impeachment na Câmara

Foto: Tácio Moreira/Metropress (arquivo)

Por: Matheus Simoni no dia 04 de novembro de 2015 às 20:04

Atualizado: no dia 05 de novembro de 2015 às 14:56

A deputada baiana Moema Gramacho (PT) foi agredida ao tentar retirar um banner que pedia o impeachment da presidente Dilma Rousseff, que foi colocado no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, nesta quarta-feira (4). Ela estava acompanhada de assessores quando ocorreu o tumulto.

Durante a tarde, um grupo de parlamentares pró-impeachment ficaram "acorrentados" a uma pilastra na Câmara. Com base no Ato da Mesa 69 de 2010, que proíbe a instalação de banners no Salão Verde, Moema Gramacho conseguiu determinação do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a retirada do mural com assinaturas dos deputados. A deputada não aguardou a ação da Polícia Legislativa, se intrometeu entre os manifestantes acorrentados e começou a tentar retirar o painel por conta própria.

"Esses que estão organizando o ato estavam botando cadeiras na frente e chamando uma galerinha paga para vim sentar e evitar que tirassem o banner. Aí eu fiquei em pé entre as cadeiras e começou o empurra-empurra. Nós começamos a tirar o banner. Se não tem polícia para tirar, se a polícia não tomou providência, nós tentamos tirar", afirmou Moema Gramacho, em entrevista à Veja.

Mais tarde, Moema afirmou que registrou queixa na Polícia Legislativa contra os manifestantes. "Pedi à presidência da Câmara que determinasse a retirada do painel e o presidente disse que ordenaria isso. Mas a Polícia Legislativa, ao invés de cumprir a ordem da presidência, deu proteção ao painel”, explicou a deputada