
Política
Integrantes de comissão do impeachment respondem acusações criminais
Dos 61 deputados escolhidos em votação, marcada por tumultos, no plenário da Câmara, nessa terça-feira (8), ao menos 20 respondem a inquéritos (investigações preliminares) ou ações penais (processos que podem resultar em condenação) no Supremo Tribunal Federal (STF). Os integrantes escolhidos analisariam o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. [Leia mais...]

Foto: Reprodução / Agência Brasil
Dos 61 deputados escolhidos em votação, marcada por tumultos, no plenário da Câmara, nessa terça-feira (8), ao menos 20 respondem a inquéritos (investigações preliminares) ou ações penais (processos que podem resultar em condenação) no Supremo Tribunal Federal (STF). Os integrantes escolhidos analisariam o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
De acordo com os dados, levantados pelo blog Congresso em Foco, do UOL, entre os indicados, há três deputados do PP investigados na Operação Lava Jato. Jerônimo Goergen (RS) e Luiz Carlos Heinze (RS), que serão titulares, e Roberto Balestra (GO), que atuará como suplente, são suspeitos de ter recebido dinheiro desviado da Petrobras. Todos eles negam envolvimento com o petrolão.
Ainda segundo a publicação, alguns dos investigados já são réus. Como, por exemplo, o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), que responde a ação penal por corrupção no Supremo. Presidente licenciado da Força Sindical e criador do Solidariedade, um dos principais partidos de oposição a Dilma, Paulinho é acusado de desviar recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O deputado é investigado também em outros três inquéritos por peculato e corrupção passiva.
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