Política
Após ação de Flávio sobre tarifas dos EUA, Itamaraty cobra desculpas de "traidores da pátria"

Acusação faz parte de denúncia da PGR que resultou na prisão do presidente nacional do PSC e afastamento de Witzel

Foto: Reprodução/Facebook
Investigações do Ministério Público Federal apontam que o presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo, agiu como “proprietário” de parte do governo do Rio de Janeiro durante a gestão de Wilson Witzel, do seu partido.
Acusação consta na denúncia da Procuradoria-Geral da República que levou à prisão de Everaldo e o afastamento de Witzel por suspeitas de contratação irregular de empresas para a área da Saúde durante a pandemia de coronavírus.
Everaldo estaria atuando como “padrinho” de indicações para cargos em órgãos estratégicos e estaria ainda por trás de negócios com o governo. No pedido de prisão ao Superior Tribunal de Justiça, a procuradora Lindôra Araújo afirma que o pastor comandava contratações e orçamentos da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e da Secretaria de Saúde.
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