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“Tomei o jornalismo como fatalidade e fui jornalista por toda vida”, diz Florisvaldo Mattos ao relembrar carreira profissional

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“Tomei o jornalismo como fatalidade e fui jornalista por toda vida”, diz Florisvaldo Mattos ao relembrar carreira profissional

Jornalista lança livro de 500 páginas que traz as várias linguagens artísticas como poesia, literatura, artes plásticas, música e cinema, além de movimentos socioculturais e jornalismo

“Tomei o jornalismo como fatalidade e fui jornalista por toda vida”, diz Florisvaldo Mattos ao relembrar carreira profissional

Foto: Fernanda Vilas Boas/Metropress

Por: Metro1 no dia 14 de junho de 2023 às 16:35

Atualizado: no dia 14 de junho de 2023 às 17:32

“Tomei o jornalismo como fatalidade e fui jornalista por toda vida”. É assim que o poeta e professor universitário Florisvaldo Mattos traduz sua trajetória na imprensa. Lançando seu novo livro, “Academia dos Rebeldes e outros exercícios redacionais”, o imortal da Academia de Letras da Bahia (ALB) falou, em entrevista à Rádio Metropole nesta quarta-feira (14), sobre sua obra e carreira como artista e como profissional na cobertura cultural baiana.

“Esse livro é um conjunto de coletâneas. As pessoas chamam de ensaio, mas eu me recuso a ser um ensaísta. Eu acho que o ensaísta é o estudioso da literatura, das belas artes, das ciências humanas e outros graus científicos. Mas eu, na verdade, como me chamam de intelectual, sempre penso em jornalista e professor da Universidade Federal da Bahia durante 33 anos”, explicou o veterano da comunicação.

De acordo com Florisvaldo, Academia dos Rebeldes foi um grupo fundado por Jorge Amado e o médico Guilherme Dias Gomes, na época com 16 e 18 anos respectivamente, com o objetivo de trazer os os princípios baianos na arte, mas fugindo da mistura entre modernismo e parnasianismo, como era adotado nos grupos já existentes. 

Em 500 páginas, o livro traz as várias linguagens artísticas como poesia, literatura, artes plásticas, música e cinema, além de movimentos socioculturais e jornalismo. A obra reúne 42 coletâneas divididas em quatro eixos temáticos: o primeiro sobre a literatura, o segundo as artes plásticas, o terceiro dos poetas e artistas com afeto e o último, outros exercícios redacionais.

Confira a entrevista na íntegra: