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Janio de Freitas diz que delação premiada em caso das joias “não tem importância nenhuma”
Mauro Cid estaria em fase de "pré-delação"

Foto: Reprodução Rádio Metropole
Em meio à expectativa de que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), assine uma delação premiada, o jornalista Janio de Freitas se mostrou contra o acordo, na edição desta sexta-feira (1º) do programa Três Pontos.
Segundo a jornalista Natuza Nery, Cid está na fase "pré-delação", momento em que o investigado entrega tudo o que sabe para os investigadores. Além do motivo da sua prisão, ele também está envolvido nas investigações sobre vendas de presentes oficiais. Entre os produtos estariam o relógio Rolex, as joias sauditas, esculturas folheadas a ouro, kit de joias femininas da Chopard e um relógio Patek Philippe.
Nesta quinta-feira (31), sete pessoas envolvidas na trama prestaram depoimento à PF, de maneira simultânea, entre eles o casal Bolsonaro e Cid. Janio enxerga a delação, neste caso, sem significância, devido os avanços positvos da PF.
“As delações dessas pessoas envolvidas são meramente formais, não têm a menor importância. As investigações da Polícia Federal é que importa, que já avançaram muito, eles já sabem exatamente quem é quem e quem fez o quê. Hoje a delação não tem importância nenhuma, não precisa esperar que eles contem o que se passou, porque para começo de conversa eles não são confiáveis, são criminosos, muambeiros”, disse na Rádio Metropole.
Confira a entrevista na íntegra:
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