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“Brasil não tinha menor necessidade dessa liberdade para jogatina”, declarou Janio de Freitas sobre jogos de azar

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“Brasil não tinha menor necessidade dessa liberdade para jogatina”, declarou Janio de Freitas sobre jogos de azar

No Programa Três Pontos desta quinta-feira, Janio de Freitas comentou sobre medidas de segurança contra jogos de azar e sua origem no Brasil

“Brasil não tinha menor necessidade dessa liberdade para jogatina”, declarou Janio de Freitas sobre jogos de azar

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 17 de outubro de 2024 às 13:50

Atualizado: no dia 17 de outubro de 2024 às 16:17

A partir da declaração do presidente Lula, em entrevista à Rádio Metropole, sobre as medidas que devem ser tomadas sobre as Bets, Janio de Freitas fez um traçado histórico, expondo as origens dos jogos de azar no Brasil e a sua implementação. O jornalista declarou que se manifestou contrário às apostas desde as primeira ideias que se tinha sobre o que seriam, antes mesmo da permissividade ao povo brasileiro. Freitas ainda relembrou os artigos que já escreveu acerca do assunto, trazendo alertas para os riscos que a sociedade, nesta configuração, teria.

“Esse é um assunto muito importante. Eu já escrevi vários artigos desde sempre alertando para os problemas e dando a minha conceituação dessa insistência. Sabe-se que até um ex-general reformado, que presidiu um hotel em Las Vegas, veio ao Brasil fazer Lobby pro jogo. Foi muito bem recebido por deputados e pelo governo. Era ditadura ainda. Foi muito festejado. Começaram os trabalhos para aprovação disso, dessa liberdade absurda e injustificável, da qual o Brasil não tinha a menor necessidade dessa liberdade para a jogatina. Não passou no Congresso por uma questão de concordância com a utilidade dessa liberação. Quando passou, foi porque o lobby do jogo vinha há anos e anos tentando. Levava delegações toda semana para jogar no Uruguai. Levou delegações para jogar em Las Vegas”, declarou o jornalista. 

Janio ainda apontou o político Amaral Netto como centralizador das chamadas “operações falsamente turísticas", com objetivos, além da propagação, de angariar votos na Câmara do Senado. O jornalista também declarou que o político teve um papel representativo do lobby do jogo durante muitos anos. 

Confira o programa completo: