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Sergio Augusto expõe tradição de manipulação para invasões cometidas pelos EUA
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Sergio Augusto expõe tradição de manipulação para invasões cometidas pelos EUA
Análise evidencia que democratas e republicanos repetiram estratégias de guerra sob justificativas mentirosas

Foto: Reprodução/YouTube
Os Estados Unidos têm longa tradição em fabricar justificativas para intervenções militares externas. A avaliação é do jornalista Sergio Augusto, que comentou no programa Três Pontos desta quinta-feira (21) que a retórica de defesa da democracia ou de combate a ameaças fabricadas serviu, ao longo de mais de um século, para legitimar ocupações, invasões e guerras de interesse estratégico. Segundo ele, trata-se de um padrão histórico que atravessa diferentes governos e partidos, revelando a face imperial da política externa americana.
“É uma velha tradição, né? Porque em meados do século XIX é que surgiu o que eles chamavam de Gun Boat Diplomacy, que é a diplomacia das canhoneiras. Depois, em 1904, o Roosevelt — não o Franklin Delano, mas o Theodore, primo dele — invadiu Cuba. Eles invadiram as Filipinas, e ali praticamente começou o Império Americano. O Theodore era o bad cop da família”, revelou.
Na história recente, episódios como a invasão do Iraque em 2003, baseada na falsa acusação de existência de armas nucleares, e a Guerra do Vietnã, marcada pelo uso de bombas incendiárias e agentes químicos em violação às convenções internacionais, exemplificam a repetição dessa lógica de pretextos para justificar ofensivas militares.
Confira o programa completo:
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