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Radiologista afirma que expectativa de vida de alguns pacientes cancerígenos cresceu de um ano para dez anos
O especialista chamou atenção para a eficácia do tratamento a partir da radiologia intervencionista

Foto: Metropress/Fernanda Vilas
O radiologista intervencionista do Mater Dei, Maurício Liberato, afirmou, em entrevista ao Metropole Saúde desta quinta-feira (30), que com a evolução do tratamento de câncer, alguns pacientes com a condição que tinham um ano de expectativa de vida passaram a ter 10,12 ou 15 anos anos. "É uma mudança de paradígma muito grande".
O tratamento de câncer, com o radiologista intervencionista, oferece técnicas minimamente invasivas, guiadas por imagem. "A gente consegue congelar um tumor ou quecer e destruir sem um corte, sem incisão, sem precisar fazer uma cirurgia convencional mais invasiva, com resultado oncológica semelhante a terapias convencionais", disse o especialista.
"Através desse congelamento, as células do corpo humano não resistem à temperaturas abaixo de menos 20, ela literalmente forma cristais de gelo que destroem esse tecido. Gera um efeito que é aumentar a imunosensibilidade dos tumores. Esse gelo destrói a célula e joga um carga anti-gênica na circulação", completou.
Confira a entrevista na íntegra:
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