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Bob Fernandes aponta manobra de Eduardo Bolsonaro para driblar cassação e inelegibilidade

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Bob Fernandes aponta manobra de Eduardo Bolsonaro para driblar cassação e inelegibilidade

Estratégia manteria o parlamentar apto a disputar eleições, mesmo sem mandato

Bob Fernandes aponta manobra de Eduardo Bolsonaro para driblar cassação e inelegibilidade

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 25 de setembro de 2025 às 13:04

Eduardo Bolsonaro enfrenta crescente risco de perder o mandato por faltas acumuladas, mas segundo o jornalista Bob Fernandes, poderia estar adotando uma estratégia para evitar se tornar inelegível. Durante o programa Três Pontos, nesta quinta-feira (25), ele afirmou que o deputado já soma cerca de um terço das ausências permitidas e que esse quadro sugeriria um “truquezinho” para escapar da cassação por decoro.

“Se ele perder por faltas, ele não se torna inelegível. Isso que eu lembro agora. Para que ele se torne inelegível, ele tem que perder o mandato por decoro, etc, lá na comissão de ética. Então, esse suposto ato de coragem do Mota, de não aceitar que ele seja líder da minoria, implica em aumentar o número de faltas dele, que parece que as faltas seriam, em novembro, esgotariam a possibilidade”, disse Fernandes.

O jornalista acrescentou que Eduardo Bolsonaro também enfrenta questionamentos fora do país. Segundo ele, há indícios de que o deputado atua de forma irregular nos Estados Unidos como lobista, financiado pelo pai, sem cumprir as exigências legais de registro. Para Fernandes, isso amplia os riscos jurídicos contra o parlamentar e expõe contradições de sua atuação política.

“O correspondente que eu tenho lá nos Estados Unidos, o Nick Cleveland, que era de um think tank, ligou para o Departamento de Estado e ele está atuando ilegalmente nos Estados Unidos como lobista, porque ele recebeu dinheiro, 2 milhões, não se qualificou, porque não foi qualificado como tal, nem pelo governo, nem pela Câmara dos Deputados do Brasil, então ele pode ser processado em até 5 anos. Se o Trump não estiver lá e ele ainda mais estiver, daqui a 5 anos ele pode ser processado ainda também lá nos Estados Unidos”, concluiu.

Confira o programa completo: