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Janio de Freitas critica decisão da Câmara sobre a PL da Dosimetria: “não foi susto, foi planejamento de assassinatos”
No programa Três Pontos desta quarta (11), Janio de Freitas ressalta o papel contrário da Câmara diante da tentativa de golpe

Foto: Reprodução/YouTube
A aprovação, pela Câmara dos Deputados, do projeto de lei conhecido com "PL da Dosimetria", que redefine as penas para condenados pela tentativa de golpe em 2022 reacendeu críticas à atuação política do Legislativo. Para o jornalista Janio de Freitas, durante o Três Pontos desta quarta-feira (10), as articulações de golpe se caracterizaram como "planejamento de assassinatos".
“É uma votação em que a Câmara dos Deputados aprova um projeto de lei que beneficia pessoas que articularam uma matança no Brasil. Começando pelas mortes do presidente Lula, do vice-presidente Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes do STF. Não foi um passeio, não foi um susto, foi um planejamento de assassinatos. Ficou comprovado pelo inquérito da Polícia Federal”, afirmou.
Segundo o jornalista, ao optar por suavizar as penas, os deputados assumiram um papel contrario a gravidade dos fatos apurados pelas autoridades.
“A Câmara fez um papel favorável de criminosos planejadores de assassinatos. Em nome de um golpe de Estado que se frustrou em suas últimas instâncias com um grito de Janja da Silva dizendo ‘garantia da ordem não’ e com a presença salvadora do ministro Flávio Dino. Ele não se encolheu, não fechou os olhos”, disse.
Freitas relembrou que um dos discurso reproduzidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao dizer que "é preciso matar uns 30 mil no Brasil", que reforça o comportamento dos envolvidos no caso.
Confira entrevistan a íntegra:
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