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Janio de Freitas compara prisão de Maduro a pirataria moderna: “uso da força é o mesmo”

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Janio de Freitas compara prisão de Maduro a pirataria moderna: “uso da força é o mesmo”

Em participação especial no Jornal da Metropole no Ar desta segunda-feira (5), jornalista criticou uso da força e ausência de respeito ao direito internacional

Janio de Freitas compara prisão de Maduro a pirataria moderna: “uso da força é o mesmo”

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 05 de janeiro de 2026 às 12:34

Atualizado: no dia 05 de janeiro de 2026 às 13:02

A ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que culminou na prisão do presidente Nicolás Maduro após uma operação militar, acendeu  alertas sobre violações do direito internacional e práticas de força típicas de outros períodos históricos. Em análise ao Jornal da Metropole no Ar, nesta segunda-feira (5), o jornalista Janio de Freitas classificou a ação como um ato de pirataria moderna, comparando a operação a ataques realizados por corsários nos séculos passados.

“Olha, foi uma coisa há três séculos atrás muito comum, que é pirataria. A operação foi exatamente o que faziam os piratas caribenhos, normalmente americanos, ingleses e franceses, que continuam sendo piratas, toda a vida foram. Era essa coisa de atacar, desembarcar repentinamente no lugar, sequestrar pessoas, roubar barrilho de vinho, bens minerais ou pratos, esse tipo de coisa”, disse.

Na avaliação de Freitas, o sequestro de Maduro se insere em um padrão histórico de uso da força por grandes potências, sem respeito às regras internacionais. O jornalista afirmou que a retórica e as ações adotadas pelos EUA hoje ecoam práticas vistas em outros contextos autoritários, marcados por ameaças sucessivas e pela imposição da força como método de política externa.

“Eu hoje estava contando aqui os países ameaçados pelo Trump. Na década de 30, eram exatamente cinco os países apreensivos com o que o Hitler faria. Apreensão? A mesma. Maluquice, patologia mental grave? A mesma. Uso da força? Exatamente o mesmo. Respeito ao direito internacional? Exatamente nenhum”, concluiu Janio de Freitas.

Confira o comentário na íntegra: