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Amabarra cobra fiscalização de nova lei e critica abusos na ocupação do Porto da Barra

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Amabarra cobra fiscalização de nova lei e critica abusos na ocupação do Porto da Barra

Secretária da AmaBarra afirma que proibição de kits antecipados é necessária para ordenar praias de Salvador

Amabarra cobra fiscalização de nova lei e critica abusos na ocupação do Porto da Barra

Foto: Reprodução/Rádio Metropole

Por: Metro1 no dia 09 de janeiro de 2026 às 17:07

Atualizado: no dia 09 de janeiro de 2026 às 17:38

A secretária da AmaBarra, Regina Serra, afirmou que a lei municipal que proíbe a colocação antecipada de cadeiras e sombreiros nas praias  terá como principal desafio a fiscalização. Em entrevista ao Metrópole Mais, da Rádio Metropole ela destacou que normas semelhantes já existiam, mas nem sempre foram respeitadas.

“Vamos ver se vai ter fiscalização, se os barraqueiros vão respeitá-la, porque já existiu um decreto que dizia que as cadeiras só poderiam ser colocadas após o cliente pedir”, afirmou. Segundo Regina, a ocupação excessiva do Porto da Barra agrava problemas como poluição visual, lotação da faixa de areia e relatos de cobranças abusivas.

“O Porto da Barra tem no máximo 300 metros de extensão e, quando a maré está alta, quase não tem espaço. São 35 pessoas autorizadas a comercializar ali. Cada um com 10 sombreiros já são 350, fora as cadeiras. É muito”, disse. Ela também apontou práticas como venda casada e preços inflacionados, sobretudo contra turistas.

A secretária alertou para o impacto ambiental e sanitário causado pelo uso intenso da praia, especialmente após festas e eventos. “A praia é praticamente a sala dos moradores de Salvador. Todo mundo quer mostrar a sua sala limpa”, afirmou. Regina defendeu campanhas educativas amplas e contínuas. “Essa lei é um primeiro passo de muitos, mas sem campanhas fortes e estrutura, como banheiros públicos, o problema vai continuar”, concluiu.

Confira entrevista completa: