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Paulo Magalhães Jr. comenta saída de Ângelo Coronel do PSD: "Faz parte da política"
Para o vereador, divergências entre aliados são comuns e já ocorreram outras vezes

Foto: Fernanda Villas/Metropress
Ao comentar o novo cenário político na Bahia, o vereador Paulo Magalhães Jr. (União) avaliou, em entrevista ao Jornal da Cidade, nesta quarta-feira (4), que o rompimento do senador Ângelo Coronel com o PSD, grupo aliado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), faz parte das “dinâmicas naturais” da política.
Segundo ele, divergências entre aliados são comuns e não apagam relações pessoais construídas ao longo do tempo. “Acontece na política, muitas vezes é pessoas que são muito amigas, muito próximas, têm opiniões diferentes, divergem em algum momento, e foi o que aconteceu. Tenho certeza que foi um momento muito difícil para o senador Otto Alencar, também para o senador Ângelo Coronel, que são amigos de longas datas, mas acontece”, afirmou.
Paulo Magalhães Jr. citou ainda exemplos de antigos desentendimentos superados, como entre ACM Neto e João Roma. “Isso aconteceu no passado também, o próprio ACM Neto se desentendeu em algum momento com João Roma, que são compadres e agora estão num momento ótimo, trabalhando junto, compondo a chapa junto, vão trabalhar juntos. Isso faz parte da política, em algum momento da vida você vai se desentender com a pessoa que você gosta, que você confia, isso faz parte”, concluiu.
A fala ocorre após a saída de Ângelo Coronel, no último sábado (31), do PSD e o afastamento da base governista, sinalizando que deve disputar a reeleição ao Senado em 2026 pelo campo de oposição, pelo União Brasil.
Confira entrevista na íntegra:
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