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Manno Góes, Marcionílio e Zé Honório refletem sobre renovação do Axé Music no Jornal da Cidade
Em entrevista conjunta nesta quarta-feira (11), artistas revisitaram memórias do Carnaval da Bahia, tensões raciais na história do Axé e os rumos do gênero hoje

Foto: Metropress
Em entrevista ao Jornal da Cidade, nesta quarta-feira (11), Marcionílio fez um relato crítico sobre o apagamento de sua trajetória no Banda Eva e o racismo estrutural no Carnaval da Bahia. Ele afirmou que “no Eva deixou de ser Marcionílio” e disse que sua história foi invisibilizada, assim como, segundo ele, ocorre com artistas negros em geral.
Ele relembrou que passou dois anos e meio na banda e contextualizou que, à época, “não existiam negros nesse ambiente” dos trios elétricos, especialmente um cantor rastafári, identidade que era alvo de preconceito.
Manno Góes adotou um tom mais analítico sobre o momento atual do Axé Music, reconhecendo dificuldades de renovação do gênero, mas defendendo que ainda há criatividade e novos talentos emergindo.
Ele avaliou que “o Axé tem uma dificuldade grande de se renovar”, porém ressaltou que a forma de consumir música mudou e que isso também altera o protagonismo do ritmo. Como exemplo positivo, elogiou o Filhos de Jorge, classificando o trabalho do grupo como “original” e “criativo” e dizendo torcer pela nova geração.
Também presente na entrevista, Zé Honório contribuiu relembrando sua trajetória do Carnaval na música baiana, como cantor de trio elétrico.
Confira a entrevista na íntegra:
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